O projeto começou em 5 escolas públicas do Rio de Janeiro, com estudantes do 1º e 2º ano do Ensino Fundamental. O objetivo não era apenas trazer uma mudança de recursos para a sala de aula, mas verificar se uma visão da matemática baseada na compreensão, na manipulação, no diálogo e na resolução de problemas podia se encaixar na realidade cotidiana das escolas públicas da cidade.
Antes de começar, a Germina, uma organização independente de pesquisa educacional, analisou a situação inicial. A realidade que encontraram ainda era comum em muitos sistemas educacionais: aulas de matemática principalmente centradas em um único recurso, com pouca exploração, pouca conversa matemática entre os estudantes e menos oportunidades para construir os conceitos a partir da experiência.